quinta-feira, 20 de junho de 2013

"Pausa" - Moacyr Scliar - Sequência Didática

TEMA:RELACIONAMENTOS FAMILIARES

Confusões em Família

Sinopse e detalhes

Nova York. Vince Rizzo (Andy Garcia) é um guarda de prisão que se surpreende ao ver o nome de um integrante de sua família entre os novos condenados. Trata-se de Tony Nardella (Steven Strait), seu filho, por ele abandonado há 20 anos. Agora casado e com uma nova família, Vince resolve acolhê-lo em sua casa. Só que ele nada conta sobre o parentesco existente para sua família e também para o próprio Tony. Este segredo é apenas mais um na família Rizzo. Joyce (Julianna Margulies), a esposa de Vince, frequenta aulas de interpretação sem que alguém saiba. Vivian (Dominik García-Lorido), a filha deles, finge ser uma universitária mas na verdade trabalha em uma boate, como stripper. Já Vince Jr. (Ezra Miller) finge estar fora de si para esconder de todos seu fetiche sexual.
CHECAGEM DE HIPÓTESES
1 – O modelo de família apresentado no filme corresponde a alguma que você conhece?Em quais sentidos?
2 – Para vocês, quais são os principais problemas de relacionamento da família moderna?
3 – Como é o seu relacionamento familiar?
4 – Vocês concordam que os segredos têm de fazer parte das famílias para se ter um bom relacionamento, respeitando a individualidade?
MOMENTO DE PESQUISA : SALA DO ACESSA ESCOLA
- Sobre o autor;
- Conceitos e características do gênero textual Conto;
- Significados da palavra Pausa.

INTERTEXTUALIDADE - SENSIBILIZAÇÃO
Royalty-Free Stock Photo: Group of children sitting in unity
MÚSICA – “SEGREDO” – Calcinha Preta

Sabe, as vezes não consigo compreender,
Porque me falta palavras pra dizer,
Sempre tive um segredo pra contar,
Mas coragem nunca tive de falar.
Esse medo cala a voz do coração,
O silêncio me deixa na solidão,
Nunca quis ficar nessa situação,
Com esse medo e com essa indecisão.
Tô na dúvida não sei o que fazer,
Não dá mais eu não posso te esconder.
Eu tento mas não consigo disfarçar,
Não vou suportar,
Sabe tenho um segredo pra contar,
Não dá pra segurar...
Eu te amo ta difícil de esconder,
Ta na cara a verdade da pra vê,
Não consigo controlar meus sentimentos.
Meu coração não tem culpa de por ti se apaixonar,
Eu te amo e nunca vou te enganar,
Ao te vê eu juro que não resistir.

TEXTO – “PAUSA” – MOACYR SCLIAR
"Às sete horas o despertador tocou. Samuel saltou da cama,
correu para o banheiro, fez a barba e lavouse. Vestiu­se rapidamente
e sem ruído. Estava na cozinha, preparando sanduíches, quando a
mulher apareceu, bocejando:
—Vaissair de novo, Samuel?
Fez que sim com a cabeça. Embora jovem, tinha a fronte
calva; mas as sobrancelhas eram espessas, a barba, embora recém­
feita, deixava ainda no rosto uma sombra azulada. O conjunto era
umamáscara escura.
— Todos os domingos tu sais cedo — observou a mulher
comazedume na voz.
— Temos muito trabalho no escritório — disse o marido,
secamente.
Ela olhou ossanduíches:
—Por que não vens almoçar?
— Já te disse: muito trabalho. Não há tempo. Levo um
lanche.
A mulher coçava a axila esquerda. Antes que voltasse à
carga, Samuel pegou o chapéu:
—Volto de noite.
As ruas ainda estavam úmidas de cerração. Samuel tirou o
carro da garagem. Guiava vagarosamente, ao longo do cais, olhando os
guindastes,asbarcaçasatracadas.
Estacionou o carro numa travessa quieta. Com o pacote de
sanduíches debaixo do braço, caminhou apressadamente duas quadras.
Deteve­se ao chegar a um hotel pequeno e sujo. Olhou para os lados e
entroufurtivamente.Bateucomas chavesdocarronobalcão,acordando
um homenzinho que dormia sentado numa poltrona rasgada. Era o
gerente.Esfregandoosolhos,pôs­sedepé.
—Ah! Seu Isidoro! Chegoumais cedo hoje. Friozinho bomeste,
nãoé?Agente...
—Estoucompressa,seuRaul!—atalhouSamuel.
— Está bem, não vou atrapalhar. O de sempre. — Estendeu a
chave.
Samuelsubiuquatrolançosdeumaescadavacilante.
Ao chegar ao último andar, duasmulheres gordas, de chambre
floreado,olharam­nocomcuriosidade:
—Aqui,meubem!—umagritou, e riu:umcacarejocurto.
Ofegante, Samuel entrou no quarto e fechou a porta à chave.
Era um aposento pequeno: uma cama de casal, um guarda­roupa de
pinho; a um canto, uma bacia cheia d'água, sobre um tripé. Samuel
correu as cortinas esfarrapadas, tirou do bolso um despertador de
viagem,deucordae colocou­onamesinhade cabeceira.
Puxou a colcha e examinou os lençóis com o cenho franzido;
comumsuspiro,tirouo casaco eossapatos,afrouxouagravata. Sentado
na cama, comeu vorazmente quatro sanduíches. Limpou os dedos no
papelde embrulho,deitou­se e fechouosolhos.
Dormir.
Empouco,dormia.Láembaixo,acidade começavaamover­se:
osautomóveisbuzinando,osjornaleirosgritando,ossonslongínquos.
Um raio de sol filtrou­se pela cortina, estampou um círculo
luminosonochãocarcomido.
Samuel dormia;sonhava. Nu, corria por uma planície imensa,
perseguido por índio montado a cavalo. No quarto abafado ressoava o
galope. No planalto da testa, nas colinas do ventre, no vale entre as
pernas, corriam.
Samuelmexia­se e resmungava.Às duas emeiadatarde sentiu
uma dor lancinante nas costas. Sentou­se na cama, os olhos
esbugalhados: o índio acabava de trespassá­lo com a lança. Esvaindo­se
em sangue, molhado de suor, Samueltombou lentamente; ouviu o apito
soturnodeumvapor.Depois,silêncio.
Às sete horas o despertador tocou. Samuel saltou da cama,
correuparaabacia,lavou­se.Vestiu­se rapidamente e saiu.
Sentadonumapoltrona,ogerente liaumarevista.
—Jávai,seuIsidoro?
— Já — disse Samuel, entregando a chave. Pagou, conferiu o
trocoemsilêncio.
—Atédomingoque vem,seuIsidoro—disseogerente.
—Não seise virei—respondeu Samuel, olhando pela porta; a
noite caía.
— O senhor diz isto, mas volta sempre — observou o homem,
rindo. Samuelsaiu.
Ao longo do cais, guiava lentamente. Parou, uminstante, ficou
olhando os guindastes recortados contra o céu avermelhado. Depois,
seguiu.Paracasa."
SCLIAR, Moacyr.In:BOSI,Alfredo.Oconto brasileiro contemporâneo.
SãoPaulo: Cutrix,1


MOMENTO DE REFLEXÃO

INTERPRETAÇÃO ORAL E ESCRITA COM INFERÊNCIAS DOS ELEMENTOS DA NARRATIVA
1 – Quais são suas impressões dessa narrativa?
2 – Por quê, na sua opinião, o personagem faz uma “pausa” em outro lugar que não sua casa?
3 – Qual a relação do segredo (que aparece no filme e na letra da música) com a postura do personagem do texto?
4 – Pode-se entender que a pausa que o personagem faz no texto também pode ser interpretada como um segredo?
5 – Identifique, com passagens do texto, os elementos da narrativa: foco narrativo, tempo, espaço e personagens.
SUGESTÕES DE AVALIAÇÃO
-Dentro do que você compreendeu sobre o tema abordado, reflita e produza um conto, em primeira pessoa, onde você aborde algum tipo de segredo que possa existir nas relações familiares.
- Ainda sobre os tema abordado, reescreva o texto procurando dar outro rumo à narrativa.
- Dentro das impressões que o texto lhe causaram, elabore uma seqüência em que o personagem revele o motivo de sua pausa no hotel.




segunda-feira, 17 de junho de 2013


 

SEQUÊNCIA DIDÁTICA – CRÔNICA NARRATIVA

“Meu primeiro beijo”

(Antônio Barreto)


1.    Justificativa:

A leitura é uma atividade permanente da condição humana, uma habilidade a ser adquirida desde cedo e treinada em várias formas. Lê-se para entender e conhecer, para sonhar, viajar na imaginação, por prazer ou curiosidade. Lê-se para questionar e resolver problemas. O indivíduo que lê participa de forma efetiva na construção e reconstrução da sociedade e de si mesmo, enquanto ser humano na sua totalidade. Na sociedade moderna, grande parte das atividades intelectuais e profissionais gira em torno da língua escrita. Vê-se, então, que desenvolver a leitura por meio de sequências didáticas vem colaborar com o desenvolvimento da habilidade de leitura proficiente dos alunos, o que garante o exercício da cidadania, o acesso aos bens culturais e a inclusão social.

 

2     . Objetivo Geral: propiciar aos alunos do Ensino Fundamental a leitura de obras literárias, a fim de que os mesmos desenvolvam o gosto e o hábito pela leitura, para que possam aplicar, na escrita, os conhecimentos adquiridos.

 

3     . Objetivos Específicos:

·         Desenvolver o gosto e o hábito da leitura;

·         Enriquecer o vocabulário;

·         Conhecer obras literárias diversificadas;

·         Analisar gêneroa literários e suas características;

·         Recriar as obras;

·         Aplicar os conhecimentos adquiridos na escrita.

 

4     . Ativação dos conhecimentos de mundo:

·         Debate na sala de aula sobre a atividade que será proposta;

·         Pesquisa: meio de circulação e características do gênero textual escolhido – crônica;

·         Pesquisa: conhecimentos prévios acerca da vida e da obra do autor escolhido;

·         Pesquisa: simbologia do beijo em diversas culturas;

·         Entrevista com os pais ou avós sobre o primeiro beijo;

·         Leitura individual do texto.

 

5     .Localização de informações:

·         Leitura dramatizada do texto em sala;

·        Realização de um roteiro de leitura pré-estabelecido (ficha de leitura) no qual o aluno deverá observar a estrutura (situação inicial, obstáculo, clímax e desfecho) e os elementos da narrativa (tempo, espaço, narrador e personagens);

·        Estudo do vocabulário utilizado pelo autor;

·        Entrevista com o professor de Ciências para o esclarecimento dos termos técnicos usados no texto;

·        Observação das modalidades formal/informal da língua;

·        Análise da intencionalidade do autor quanto à modalidade linguística utilizada (relação com o público-alvo).

 

6       .Produção de inferências locais e globais:

·        Verificação do sentido do título enquanto introdução ao tema tratado no texto;

·        Discussão sobre a importância do primeiro beijo na adolescência e as mudanças acarretadas por esse acontecimento;

·        Debate sobre as mudanças físicas e psicológicas vividas na adolescência;

·        Relação entre a pesquisa acerca da simbologia do beijo (feita antes da leitura) e a situação vivida pelas personagens no texto.

 

7       .Recuperação do contexto de produção:

·        Verificação das mudanças sociais e comportamentais ocorridas desde a publicação da obra (1977);

·        Relato da professora (ou de outra pessoa mais velha) sobre o seu primeiro beijo e o contexto em que aconteceu;

·        Reflexão e comparação entre os relatos, o texto e a atualidade.

 

8       .Percepção das relações de intertextualidade e interdiscursividade:

·        Solicitação aos alunos (divididos em grupos) para que tragam numa outra aula textos que tenham intertextualidade com a crônica lida: H.Q., poema, letra de música, conto.

·        Socialização sobre a relação que se estabalece entre os textos no que condiz ao tema tratado.

 

9       .Percepção de outras linguagens:

·        Discussão de fechamento da leitura: levantamento das percepções, opiniões e justificativas dos alunos acerca da leitura realizada;

·        Nesta etapa, o professor deve focar a discussão nos valores éticos relativos a um relacionamento afetivo. Atualmente, essas relações encontram-se bastante banalizadas e o desrespeito à pessoa é recorrente. Por isso, há a necessidade de uma educação sexual menos informativa e mais voltada para o lado sentimental.

 

10  .  Avaliação

Os alunos serão avaliados por meio de observação contínua e registros feitos durante o desenvolvimento da sequência didática. Interatividade, participação compartilhada, respeito às regras, disciplina, organização, habilidade de trabalhar em equipe e responsabilidade são de grande relevância para que haja um resultado satisfatório.

 

 
Meu Primeiro Beijo

Antonio Barreto

É difícil acreditar, mas meu primeiro beijo foi num ônibus, na volta da escola. E sabem com quem? Com o Cultura Inútil! Pode? Até que foi legal. Nem eu nem ele sabíamos exatamente o que era "o beijo". Só de filme. Estávamos virgens nesse assunto, e morrendo de medo. Mas aprendemos. E foi assim...

Não sei se numa aula de Biologia ou de Química, o Culta tinha me mandado um dos seus milhares de bilhetinhos:

" Você é a glicose do meu metabolismo.

Te amo muito!

Paracelso"

E assinou com uma letrinha miúda: Paracelso. Paracelso era outro apelido dele. Assinou com letrinha tão minúscula que quase tive dó, tive pena, instinto maternal, coisas de mulher...E também não sei por que: resolvi dar uma chance pra ele, mesmo sem saber que tipo de lance ia rolar.

No dia seguinte, depois do inglês, pediu pra me acompanhar até em casa. No ônibus, veio com o seguinte papo:

- Um beijo pode deixar a gente exausto, sabia? - Fiz cara de desentendida.

Mas ele continuou:

-Dependendo do beijo, a gente põe em ação 29 músculos, consome cerca de 12 calorias e acelera o coração de 70 para 150 batidas por minuto. - Aí ele tomou coragem e pegou na minha mão. Mas continuou salivando seus perdigotos:

- A gente também gasta, na saliva, nada menos que 9 mg de água; 0,7 mg de albumina; 0,18 g de substâncias orgânica; 0,711 mg de matérias graxas; 0,45 mg de sais e pelo menos 250 bactérias...

Aí o bactéria falante aproximou o rosto do meu e, tremendo, tirou seus óculos, tirou os meus, e ficamos nos olhando, de pertinho. O bastante para que eu descobrisse que, sem os óculos, seus olhos eram bonitos e expressivos, azuis e brilhantes. E achei gostoso aquele calorzinho que envolvia o corpo da gente. Ele beijou a pontinha do meu nariz, fechei os olhos e senti sua respiração ofegante. Seus lábios tocaram os meus. Primeiro de leve, depois com mais força, e então nos abraçamos de bocas coladas, por alguns segundos.

E de repente o ônibus já havia chegado no ponto final e já tínhamos transposto , juntos, o abismo do primeiro beijo.

Desci, cheguei em casa, nos beijamos de novo no portão do prédio, e aí ficamos apaixonados por vária semanas. Até que o mundo rolou, as luas vieram e voltaram, o tempo se esqueceu do tempo, as contas de telefone aumentaram, depois diminuíram...e foi ficando nisso. Normal. Que nem meu primeiro beijo. Mas foi inesquecível!

 

BARRETO, Antonio. Meu primeiro beijo. Balada do primeiro amor. São Paulo: FTD, 1977. p. 134-6.

 

 

Situação de Aprendizagem




segunda-feira, 10 de junho de 2013

Experiências de Leitura e Escrita

Minha história de leitura e escrita começa antes de freqüentar a escola, eu era muito curiosa e tinha uma ansiedade enorme em aprender a ler e escrever. Meus pais de famílias humildes e com poucas condições financeiras não tiveram oportunidade de freqüentar a escola normalmente, sabiam apenas o básico, foi o que minha mãe conseguiu me ensinar. Quando iniciei a 1ª série, já possuía coordenação com traços e rabiscos, eu sobressaia entre os outros colegas, terminava rapidinho os exercícios propostos e sabia escrever o meu primeiro nome, e, assim, começaram as minhas primeiras habilidades de e escrita uma viagem com Cartilha o Reino da Alegria.
Em relação à leitura, a Biblioteca da minha escola só emprestava livros para os alunos a partir da 5ª série, foi uma época frustrante, eu saia da aula e não ia embora, passava horas e horas rondando a Biblioteca, mas não me era permitida a retirada de livros. Quatro anos passaram e a 5ª série chegou, começaram as minhas primeiras leituras que me levaram a viajar sem sair do lugar: os primeiros livros lidos foram da coleção Vagalume, depois os Contos de Fadas, Pollyanna... A minha adolescência ficou marcada por Rubem Alves, “Tempus Fugit”, que nós faz enxergar a beleza única do momento que nunca mais será o mesmo.
Hoje, Professora da Sala de Leitura, proporciono, da melhor forma, o contato dos meus alunos com os livros, remetendo-os a uma viagem imaginária, descobrindo novos mundos, abrindo novos horizontes...

domingo, 9 de junho de 2013

A MENINA QUE ODIAVA LIVROS


APRENDER A APRENDER


CURSISTAS, PROFESSORAS E COLABORADORAS DO BLOG



ANDRÉA MARA CORREA CARNIO DE ASSIS (Cursista)
Batatais-SP


Sou professora de Português e Inglês, efetiva nos dois cargos na E. E. Antônio Augusto Lopes de Oliveira Jr., porém afastada do cargo de Português para a Coordenação pedagógica do Ensino Médio da E. E. Cândido Portinari.
 
 
 
 
ALCIONE MARTINS DE MOURA (Cursista)
Batatais-SP

Sou professora efetiva sediada na E.E. Antônio Augusto Lopes de Oliveira Júnior. Casada com Antônio Carlos Alexandre, 2 filhos, 2 enteados e 2 netos (o 3º a caminho). Compartilhamos filmes, música em casa. Meu marido me acompanha nos estudos, auxiliando-me, mesmo não pertencendo à carreira.
Estudar enriquece o espírito e nos torna pessoas melhores. Bom trabalho a todos!
 
 
 
 
SANDRA MARCIA DE PAULA (Cursista)
Batatais-SP

Olá, meu nome é Sandra, ministro aulas na ETI Silvio de Almeida/Batatais desde 2005, atualmente na Oficina Curricular de Espaços Educadores Sustentáveis, Leitura e Produção de Texto e na Sala de Leitura. Gosto muito do que eu faço e acredito em mudanças significativas em relação a uma educação de qualidade. Amo a minha família (estrutura/base), tenho uma Laura de 3 anos (razão da minha vida), meu marido (braço esquerdo e direito). e as expectativas em relação ao curso é de ampliar meus conhecimentos, interagir com meus colegas, trocar experiências, vencer desafios...
[...] sempre é possível e necessáro "RECOMEÇAR"...
Paulo Roberto Gaefke




ALESSANDRA MANIERI LAURINDO (Cursista)
Batatais-SP
Olá! Meu nome é Alessandra, tenho 30 anos e moro no interior paulista. Será a primeira vez que participarei de um curso on line e estou um tanto ansiosa. Espero que dê tudo certo para mim e para os outros que estão na mesma situação.
 
 
 
LICINELE MARGARETE LIMA MENTA (Cursista)
Ribeirão Preto-SP
Trabalho em uma escola em Ribeirão preto, nas horas vagas gosto de estar com a família e amigos, gosto muito de ler, assistir filmes e viajar.